Matrículas abertas no Ensino Fundamental

“Precisamos contribuir para criar a escola que é aventura, que marcha, que não tem medo do risco, que recusa o imobilismo. A escola em que se pensa, em que se atua, em que se cria, em que se fala, em que se ama, se adivinha, a escola que apaixonadamente diz sim à VIDA”. Paulo Freire

Depois de mais de três décadas consolidada como uma importante referência em formação cidadã no âmbito da Educação Infantil em Brasília, sendo criada e recriada diariamente pelos educadores, funcionários, pais, mães e crianças, em 2017 a Vivendo e Aprendendo ampliou seus horizontes para enfim incorporar o Ensino Fundamental.

Queremos continuar a encorajar as aptidões e potencialidades, respeitando a história, a cultura e a diversidade, prezando pela autonomia, criatividade, respeito e participação. Quer conhecer um pouco mais do projeto, rotina e atividades? Venha fazer uma visita com sua criança.

As matrículas para o ano de 2018 estão abertas para novos associados que querem uma escola em que a criança seja feliz!

Mais informações:
fundamental@vivendoeaprendendo.org.br
(61) 3321.3581 ou WhatsApp: (61) 98231.0069
https://vivendoeaprendendo.org.br/ensino-fundamental/

Edital para reserva de estagiárias/os (encerrado)

Olá pessoal,

A Vivendo e Aprendendo está iniciando o processo de seleção para o quadro de reservas para estagiárias e estagiários – edição 2017.

A entrega da documentação para participação da seleção vai até o dia 28 de maio de 2017 e as condições estão estabelecidas no edital (link abaixo).

Pedimos a todos que divulguem e indiquem a potenciais interessados. Aos que participarão da seleção, desejamos sorte.

ATUALIZADO: o edital foi encerrado!

Edital para reserva de professoras/es (encerrado)

Olá pessoal,

Edital para cadastro de reserva para professoras/es edição 2017

A Vivendo e Aprendendo está iniciando o processo de seleção para o quadro de professores (as) e professores-substitutos (as) para 2017.

A entrega da documentação para participação da seleção vai até o dia 28 de maio de 2017 e as condições estão estabelecidas no edital (link abaixo).

Pedimos a todos que divulguem e indiquem a potenciais interessados. Aos que participarão da seleção, desejamos sorte.

ATUALIZADO: o edital foi encerrado!

Uma instituição transformadora

Matéria publicada por Leonardo Carneiro no Correio Braziliense em 25/04/2017
Fotos por: Pedrinho Fonseca
Link original da matéria: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/eu-estudante/ensino_educacaobasica/2017/04/25/ensino_educacaobasica_interna,591202/programa-global-reconhece-vivendo-e-aprendendo-como-escola-transformad.shtml

A Associação cooperativa de ensino agora integra uma rede global com mais de 270 escolas transformadoras em todos os continentes. No Brasil, ela se une a outras 17 escolas e é primeira de ensino infantil a ser reconhecida.

Leonardo Carneiro

A Associação Pró-Educação Vivendo e Aprendendo entrou, desde o início de abril, na lista de instituições de ensino reconhecidas pelo Programa Escolas Transformadoras. É o primeiro estabelecimento de ensino de Brasília a se juntar a outras 17 escolas no Brasil, incluído no programa que conecta mais de 270 colégios em todos os continentes. O programa é uma iniciativa em âmbito global da organização de inovação social Ashoka e, no Brasil, o programa é realizado em parceria com o Instituto Alana, ONG que atua em defesa da infância. O principal objetivo dessa conexão é guiar a comunidade educacional brasileira para um novo olhar sobre a educação e identificar experiências de escolas comprometidas em formar jovens transformadores.

Surgida como uma associação cooperativa privada de ensino, a Vivendo e Aprendendo é hoje referência no ensino infantil de Brasília, e a primeira de educação infantil a ser reconhecida como uma escola transformadora. A associação apresenta uma proposta pedagógica baseada no pressuposto de uma educação democrática, em que se valoriza o protagonismo de cada pessoa que faz parte do coletivo, incluindo alunos, pais e funcionários. Todos são essenciais nas decisões e na gestão da associação. A cooperativa de ensino olha para o desenvolvimento integral da criança. É o que explica o coordenador pedagógico Pablo Carneiro: “nossa associação não tem dono, todas as questões financeiras, estruturais etc. são feitas por todos os integrantes, desde o profissional da limpeza, até as próprias crianças e famílias. Nossa educação é voltada para o desenvolvimento do indivíduo como pessoa e todos têm voz nas questões que lhes rodeiam”.
Leonardo Carneiro

A instituição do DF, para ser selecionada, teve que ser avaliada segundo alguns critérios que a definam como um ambiente de transformação social. O currículo da instituição deve ser voltado para o desenvolvimento integral dos indivíduos, além de considerar a sustentabilidade e apresentar estratégias para a produção de conhecimento e cultura. O ambiente físico deve proporcionar a exploração e a convivência com as diferenças e as instituições devem estimular estratégias pedagógicas que reconheçam o estudante como protagonista da própria aprendizagem. Além disso, as ações devem envolver a comunidade.

A Vivendo e Aprendendo foi o primeiro colégio de ensino infantil a se enquadrar nessas características e lançou o reconhecimento de escolas dessa etapa da educação básica para o programa. O coordenador Pablo conta que ele e os demais coordenadores do instituto passaram por um processo de avaliação para serem aceitos no programa. “Nós passamos por várias etapas de seleção. Uma delas foi um encontro e troca de experiências com uma escola comunitária do interior da Paraíba e uma escola pública de Manaus. A última etapa foi um painel de entrevistas. Fomos entrevistados por vários especialistas em educação”, conta.

Leonardo Carneiro

Um dos maiores diferenciais da Vivendo e Aprendendo, segundo colaboradores, é a resposta das crianças ao método de educação aplicado. “Às vezes, tenho que brigar com as minhas filhas porque elas não querem sair da escola. Isso é um valor porque os alunos se sentem felizes”, ressalta o arquiteto Fábio Rolin, 43 anos, pai das alunas Bruna e Marina. Esse diferencial tem reflexos também na vida pessoal das crianças, que se sentem mais conscientes de si e do mundo que as envolvem. A servidora pública Ana Vitória Piaggio, 38, mãe de Elis, reforça a afirmação: “a proposta é a criança se conhecer, olhar para dentro, e também olhar para o outro.” De acordo com a mãe, “O objetivo é formar pessoas preocupadas em transformar o mundo com a liberdade de serem quem elas realmente são. Como consequência, essa transformação atinge também as famílias. Aprendemos muito”, diz.

A Associação Ashoka é uma organização social global, formada por mais de 3 mil empreendedores sociais em 84 países. Fundada em 1981, tem o objetivo de colaborar com a construção de um mundo em que todos são agentes transformadores. A ideia é formar uma sociedade em que qualquer pessoa possa desenvolver e aplicar as habilidades necessárias para solucionar os principais problemas sociais que hoje enfrentamos.

Leonardo Carneiro

O programa Escolas Transformadoras funciona como uma rede de institutos de ensino, unidos pelo objetivo de se transformarem para transformar, apesar dos desafios e dificuldades encontrados no caminho. Dificuldades essas que servem para impulsionar a mudança da escola na sociedade e no mundo. O programa tem, ao total, 18 centros de ensino reconhecidas no Brasil que vão, coletivamente, se engajando para provocar transformações sociais mais sistêmicas. As instituições não recebem recursos diretamente, porém são feitos investimento indiretos para oferecer oportunidades de conexão a elas e dar a elas condições de espalhar esse conhecimento pelas comunidades.

Nesse caminho, os colégios são conectadas à rede e têm contato com especialistas do setor de educação, com empreendedores sociais e interagem entre si. Além de participarem de rodas públicas de debate, de conversas e outras formas de comunicação. A assessora pedagógica do Instituto Alana, Raquel Franzim, conta que “o instituto defende a escola como um espaço de transformação e liberdade, como está previsto na Constituição.” Ela aponta que, apesar das críticas, “Nós, com a Ashoka, compramos essa briga, pois não concordamos com esse entendimento conservador de que escola é um ambiente apartado da vida da criança e de que os pais são os únicos responsáveis pela educação delas”, afirma.

Em conjunto com outros pesquisadores, Raquel Franzim esteve na Vivendo e Aprendendo para observar a rotina da escola e verificar se ela se adequava aos parâmetros do programa. “A Vivendo e Aprendendo tem um perfil muito especial. Os educadores, por exemplo, são de formações muito diversas e não são somente professores ou pedagogos. Profissionais como cineastas, artistas, psicólogos e antropólogos, têm contribuições importantes para oferecer à formação das crianças”, relata a assessora do instituto Alana.

Edital para professores (encerrado)

Olá pessoal,

 

Edital para seleção de professores/as 2017

 

A Vivendo e Aprendendo está iniciando o processo de seleção para o quadro de professores (as) e professores-substitutos (as) para 2017.

 

A entrega da documentação para participação da seleção vai até o dia 14 de novembro de 2016 e as condições estão estabelecidas no edital (link abaixo).

 

Pedimos a todos que divulguem e indiquem a potenciais interessados. Aos que participarão da seleção, desejamos sorte.

 

Agradecimentos

O 3º Seminário da Vivendo e Aprendendo com o tema Democracia para que te quero: que partidos queremos tomar na educação?organizado pela Associação, proporcionou momentos intensos de debates, trocas e afetos.

Quinta-feira – dia 20 de outubro
No gramado, com vista para o parquinho, conversamos sobre a Vivendo e Aprendendo, seus princípios, criação e recriação e as práticas que envolve o cotidiano de uma escola democrática.

Sexta-feira – dia 21 de outubro
Uma chuva com vento nos levou a ficar mais juntinhos na sala verde e, na companhia de um delicioso caldo, aprofundamos o que é o projeto Escola sem Partido e
a ameaça que ele significa para a diversidade cultural, principalmente no que toca às questões de gênero e diversidade de famílias – que motiva esse projeto, para que não seja abordada nas escolas.

Sábado – dia 22 de outubro
As salas lilás, verde e rosa foram palcos para os nossos educadores ofereceram oficinas que bordando e dialogando sobre projetos, autonomia e gênero, nos inspiraram a sonhar com uma poesia educacional. Em um almoço feito a mãos de chef e no aconchego do galpão, a prosa prosseguia em uma roda. Mulheres contavam sobre seus partos e compartilhavam alegrias e desafios da maternidade. Os trabalhos continuaram à tarde. Algumas educadoras e coordenadoras de outras épocas, contaram mais sobre seus trabalhos acadêmicos. Momento que na práxis educacional pararam para registrar suas reflexões dessa experiência nostálgica.

Para colorir ainda mais o restinho do dia, ouvimos um pouco dos desafios do debate de gênero e a situação da legislação na pauta feminista. Enquanto isso, na sala verde, apresentavam-se projetos de educação inovadora costurando junto à Vivendo redes de conspirações em educação.

O Grupo Nzinga de Capoeira Angola misturando a ginga, a música, o canto e a prosa encerraram nosso dia, deixando a sensação que encontros assim precisam existir mais e sempre!

Abaixo seguem algumas fotos clicadas pelo querido Vinícius Armiliato

Inscrição do 3º Seminário da Vivendo

Olá Pessoal,

Já estamos bem próximos/as do 3º Seminário da Vivendo e Aprendendo com o tema Democracia para que te quero? Que partidos queremos tomar na educação.

Clique na imagem abaixo para conferir o edital e todas as dicas para sua inscrição e apresentação dos trabalhos.

Corram que as vagas estão acabando.