Vaga para limpeza noturna (encerrado)

O FAAP (Fórum de Aprovação, Avaliação de Progressão) da Vivendo e Aprendendo abriu edital de seleção para a vaga destinada a um funcionário de apoio que fará a limpeza noturna e auxiliará nos serviços de manutenção. A entrega de currículos vai até dia 03 de março de 2017 às 18h.

Ajudem a divulgar esta vaga e para quem irá participar: boa sorte!

O edital completo está publicado no link ao lado: EDITAL aqui!

Nossos agradecimentos

Querido apoiador,

Queremos agradecer muito o seu apoio na Campanha Vivendo Mais.

Terminamos a campanha arrecadando R$ 17.500,00. Pagaremos os custos operacionais da campanha e o restante do valor será aplicado no Ensino Fundamental da Vivendo e Aprendendo. As decisões sobre os recursos serão um processo pedagógico envolvendo as crianças do fundamental.

Foram dois meses de campanha onde recebemos apoio de vários lugares como: Brasília, Olinda, São Paulo, Vitória, Florianópolis, Rio de Janeiro, Blumenau, Salvador, Paraíba, Mato Grosso, Serrinha (Bahia) e Canadá.

Gostaríamos de agradecer um a um os apoios que vieram de tantas maneiras e jeitos diferentes. Cada recompensa oferecida ou adquirida, cada recado, aplauso e muito bem recebido, nos davam um novo fôlego. Conseguimos vivenciar, mesmo online um pertencimento, um forte espírito associativo e de amizade.

Você nos ajudou A tornar esse sonho uma realidade!!! A propósito é importante que você saiba, esse sonho já virou realidade, estamos instalados na 703 Sul, Bloco Q casa 41 e com inscrições abertas para crianças nascidas entre 01/04/2006 a 31/03/2010. Venham nos visitar!!!

As recompensas serão entregues gradativamente. Nós entraremos em contato com você para combinar a entrega dos serviços. Os produtos serão disponibilizados na secretaria da escola para aqueles que moram em Brasília ou enviadas pelo correio para as demais localidades.

Qualquer dúvida, nos colocamos a disposição.

Novamente, nossos sinceros agradecimentos, Equipe Vivendo Mais

Nomes das/os apoiadoras/es por ordem alfabética

Alden Caribé de Sousa
Alexandre Abdalla Araujo
Amanda de Oliveira
Ana Maria Gomes Mesquita
Ana Paula Diniz Nakamura
Ana Vitoria Piaggio
Anna Tavares Borges
Beatriz Louzada
Bruno Souza
Caio Dib
Carol Resende
Catia Dejuste de Paula
Celina Maria Lopes Ferreira
Clara Jane Adad
Clarissa Presotti Guimarães Carvalho
Cláudia Paes
Como é Que Tá Lá
Daniel Vassoler Paranhos
Daniela Angelo Miranda
Daniela Guimarães Goulart
Daniela Kolhy Ferraz
Daniela Peixoto Ramos
Daniella Ribeiro de Pinho
Daphne Kipman
Diana Coelho de Lima
Dulce A. Ferraz
Eduardo de Menezes da Silva
Edvard Dias Magalhães
Eliane Maria Furtado da Cunha
Elmar Andrade de Castro
Eneida Maekawa Lipai
Erica Feitosa
Ericka Silva Gomide Castanheira
Etéocles Brandão Monteiro (Téo)
Fabiano Bonfim Carregaro
Fernando de Luiz Brito Vianna
Filipe Chipe
Flávia Duarte
Flavio Beraldo
Francisco Carneiro de Filippo
Giovanni Manoel Salviano Greco
Glau Macedo
Heloisa da Veiga Coelho
Indira Arruda Castellanos
Isabel Benedetti Figueiredo
Joana Goes
Joana Regattieri Adam
João Maldos
José Geraldo Freire Coêlho
Julia Chamusca Chagas
Juliana Paiva de Aquino
Juliana Seidl
Katia Lima
Laura de Barros Lima
Laura Maria Coutinho
Leonardo Rickes da Rosa
Leticia Lengruber
Letícia Martinez
Lindomar Oliveira
Livia
Lorena Crishana Dias da Silva Pedreira
Lucas Macedo da Graça Medeiros de Queiroz
Luci Afonso
Lúcia Regina Pires Soares
Luciana Rodovalho Queiroz Senra
Ludmila Achkar Petrillo
Ludmilla Alkmim
Luís Gustavo Miranda Mello
Luiza Lima Torquato
Luz de Amor Romero Forrest
Márcia Muchagata
Maria Amelia M. Cupertino
Maria Beatriz Oswald Padilha
Maria de Barros Lima
Maria Fernanda Becker
Maria Paulina Neto
Maria Thereza Teixeira
Mariana Létti
Marina Agra Santiago
Marina Hodgson
Marina Salim Pires
Maristela Simão
Maurício Guimarães de Oliveira
Maviane Vieira Machado Ribeiro
Mônica Camasmie Dib
Mônica Padilha Fonseca
Moreno Mialski Garcia
Nara Codo
Nina Paiva Almeida
Paula Lobo Martins
Paulo César Araújo da Silva
Priscila Erthal Risi
Priscilleyne Ouverney Reis
Rafael Barbosa de Moraes
Rafael Borges Deminicis
Rafael Stucchi da Silva
Raquel Fernandes de Sousa
Ricardo Belízio Faria Senra
Roberta Sundfeld
Rodrigo Cabral
Ronaldo Rodrigues de Carvalho
Rosana Evangelista
Rut Rosenthal Robert
Sérgio Ribeiro
Simone Vendruscolo
Stella Ma Par
Taciana Neto Leme
Theo Correia Almeida
Vanessa Alves
Vanessa Cardoso Tomaz
Yanic Braga
Yasmin Carla Marchioro Silverio
Walbia Barbosa Feitosa
Zaré Augusto Brum Soares

É dia de feira

Postado em 29/01/2017 no Correio Brasiliense – Por Gláucia Chaves

O pequeno agricultor cultiva sua produção respeitando o tempo que o alimento precisa para amadurecer. O escoamento dos produtos é feito de forma muito mais modesta que os grandes planos logísticos adotados por grandes redes de varejo: muitas vezes, as verduras, frutas e legumes são levados às feiras e restaurantes pelos próprios agricultores. Como os alimentos não têm nenhuma química, duram o tempo que têm que durar, ou seja, não aguentam longos períodos de viagem ou muito tempo parados nas prateleiras. Tudo isso dificulta a vida do agricultor familiar, como explica Renê Birochi, um dos coordenadores da Arca do Gosto: “É preciso garantir que sejam construídos canais sustentáveis para que o agricultor familiar consiga estimar quanto vai produzir e quanto disso será vendido”.

O agricultor familiar precisa estimar um preço justo, suficiente para sustentá-lo até a próxima safra. Atualmente, ainda de acordo com Birochi, o que acaba acontecendo é que as grandes redes de varejo abocanham quase todo o mercado de alimentos. Por isso, o projeto exalta a criação de espaços próprios para a venda de orgânicos, em extinção ou não. Mas e as feirinhas orgânicas, que hoje brotam mais que chuchu na cerca? “Hoje em dia, o mercado de orgânicos está em franco crescimento, mas está reproduzindo a mesma lógica de concentração de poder econômico para grandes varejistas”, analisa Renê Birochi. “Continua a mesma relação assimétrica de desequilíbrio em relação ao agricultor familiar. Não adianta ter um produto livre de agrotóxicos, mas que continua remunerando mal o agricultor.”

Nesse sentido, as CSAs (comunidades que sustentam o agricultor) são muito importantes. A ideia delas é estabelecer uma relação de confiança entre os agricultores e os coagricultores, termo usado para definir quem faz parte da iniciativa. Funciona assim: o agricultor apresenta todas as informações sobre seus custos de produção. O valor é dividido em cotas mensais, pagas pelos coagricultores, que passam a ser financiadores daquele agricultor. Em troca, os participantes recebem uma cesta com os itens produzidos. Assim, tudo o que for colhido já estará pago e vendido, descartando a necessidade de atravessadores.

Daniela Ângelo Miranda, 42 anos, é uma das organizadoras da CSA que funciona em uma escola da Asa Norte.

Daniela Ângelo Miranda, 42 anos, é uma das organizadoras da CSA que funciona em uma escola da Asa Norte.

Daniela Ângelo Miranda, 42 anos, é uma das organizadoras da CSA que funciona em uma escola da Asa Norte. A psicóloga revela que a iniciativa conta com mais de 20 coagricultores. Além de ajudar a financiar a produção de alimentos comprovadamente sem agrotóxicos, Daniela acredita que a CSA é uma maneira de sensibilizar as crianças para a questão ambiental. “Fazemos visitas aos locais de produção com as crianças, que têm a oportunidade de ver como é o plantio, colher e entender a sazonalidade dos alimentos”, descreve.

Para participar, é preciso ser indicado por um membro da CSA. O interessado assina um termo de compromisso e recebe uma cesta semanal, com dez a 12 itens, entre folhagens, verduras, legumes e frutas. “O legal é que você começa a consumir alimentos que antes não conhecia”, completa. Daniela diz que começou a se aprofundar no assunto com o objetivo de esclarecer as filhas, de 4 e 8 anos de idade. Informar-se sobre a origem do alimento, o valor do orgânico e entender sobre economia circular e colaborativa foram os passos seguintes. “Na nossa comunidade, além de nos preocuparmos em saber que os agricultores estão bem para fornecer um alimento bom, também ficamos preocupados com as trocas”, comenta. As trocas funcionam entre os membros de maneira simples: se há algo sobrando na sua cesta e faltando na do outro, os participantes fazem o escambo.

A interação entre os coagricultores e agricultores é outra vantagem do processo. Todos se chamam de família. “Esse movimento social colaborativo integra as pessoas. Isso foi o que me encantou desde o começo”, descreve Daniela. “A preocupação começa dentro de casa, mas quando você vê o alcance disso, acha que o seu é muito pouco. Sua vida muda, porque você começa a se alimentar melhor, mas você passa a ver a vida dos seus amigos mudar, dos agricultores e também a do planeta.”

O músico Antoine Espagno, 57 anos, é um dos coagricultores da CSA. O interesse por produção de comida vem de anos, assim como a noção das vantagens dos circuitos curtos de produção e distribuição de alimentos. A taxa de R$ 298,08 também é satisfatória: antes, Antoine gastava cerca de R$ 400 por mês em alimentos orgânicos para ele, a esposa e a filha. “Se for comprar orgânicos no supermercado, você vai pagar mais que o dobro disso”, compara.
O músico Antoine Espagno, 57 anos, é um dos coagricultores da CSA

O músico Antoine Espagno, 57 anos, é um dos coagricultores da CSA

Além da distância física entre agricultores e consumidores, Antoine ressalta que o CSA ajudou a diminuir a distância emocional entre as pessoas. “Conheci os agricultores, fui à casa deles, conheci o processo inteiro”, comenta. Mas é preciso ter em mente que a natureza tem seu próprio tempo: a cesta só vem com o que está na época. Esse detalhe, contudo, não incomoda nem um pouco Antoine. “Tem períodos que não tem tomate, mas sei que eles virão em dois, três meses. Acho que a pessoa tem que se virar para comer bem e o melhor jeito é esse, não tenho dúvidas.”

Pais produzem disco sobre atividades dos filhos em escola de Brasília

Por Correio Braziliense em 27/12/2016
Fonte original: www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2016/12/27/interna_diversao_arte,562651/pais-produzem-disco-sobre-atividades-dos-filhos-em-escola-de-brasilia.shtml

Quase todos os pais tocam algum instrumento. Essa coincidência de tantos músicos foi uma das grandes razões para desenvolver esse projeto” Marcelo Lima, compositor

Quase todos os pais tocam algum instrumento. Essa coincidência de tantos músicos foi uma das grandes razões para desenvolver esse projeto” Marcelo Lima, compositor

“Os jovens são o futuro da nação”. Não é de admirar que você já tenha ouvido essa frase, ainda que não conheça o autor. As palavras ditas tantas vezes parecem ter se tornado um hino de esperança, pois é nas crianças que projetamos o nosso amanhã.

Entre as vias L2 e L3 Norte, surge o fio de esperança da capital federal. Pequenos artistas exalam criatividade e entusiasmo, em um mundo particular de sonho e fantasia, movido à música, arte, gastronomia e literatura.

A Vivendo e aprendendo é uma associação de ensino infantil sem fins lucrativos, criada em 1982 por pais e mães insatisfeitos com o ensino da época. Eles buscavam um lugar em que o “pensar’ fosse prioridade, incentivando o processo crítico e criativo dos pequeninos.

Hoje, tornou-se referência no ensino infantil, com crianças de 2 a 7 anos, em um espaço lúdico e repleto de cor. Na instituição, pais, professores e alunos são considerados associados, e, assim, têm participação assídua em trabalhos desenvolvidos pela associação.Para cantar junto
O compositor, Marcelo Lima, foi peça chave em um dos projetos desenvolvidos na instituição: Roda de música. Marcelo é músico profissional e atualmente faz parceria com o  cantor  Lauro Aires, no albúm Centropia.Marcelo conta que o projeto foi sua forma de contribuir com a associação, já que a turma de seu filho sempre foi muito musical: “Quase todos os pais tocam algum instrumento.  A coincidência de tantos músicos foi uma das grandes razões para desenvolver esse projeto”.

Roda de música é um projeto musical iniciado na sala de aula que resultou em um disco, sem financiamento cultural. Produzido por Marcelo Lima e Fernando Rodrigues, com arte gráfica de Daniela Rodrigues e patrocinado pelo produtor executivo Tomás Garcia.

“O disco foi feito em dois meses, é uma produção rápida”, conta Marcelo Lima, que completa:  “É  uma forma de ajudar  a associação a transformar isso em um produto cultural da escola”.

O disco foi produzido a partir das experiências vividas pelas crianças em sala de aula. As composições de Marcelo Lima, com participação de Vinícius Campos, Julia Galiza e Lauro Aires, foram escritas para os pequenos, pais e mestres da associação.

“Foi uma euforia geral, as crianças ficaram super felizes,. Então começamos a trazer as músicas para a sala de aula. Combinamos que o Marcelo iria duas vezes por semana para ensaiar com as crianças”, conta Wilma Lino, uma das pedagogas responsáveis pelo projeto.

A pedagoga comenta: “Foi uma oportunidade de trazer a música para a sala de aula, trabalhar com o ritmo e o som. A música é um  facilitador na aprendizagem infantil. Ela pode ampliar  o conhecimento cognitivo da criança, além de ser um momento para ouvir e interagir com o  outro”.

Passarinho e Dois trovões são canções do disco que fizeram parte da apresentação para os pais, na despedida ao ano letivo. Os discos foram vendidos a valor simbólico para custear os gastos do projeto, sem obtenção de lucro.

“Durante os ensaios, produzimos microfones para as crianças entrarem no clima do show e mostramos referências como  Fred Mercury. Foi uma experiência muito rica, que fez as crianças reviverem vários assuntos que estudamos ao longo do ano”, declara Isabelle Sardinha, pedagoga da associação.

Edital para professores (encerrado)

Olá pessoal,

 

Edital para seleção de professores/as 2017

 

A Vivendo e Aprendendo está iniciando o processo de seleção para o quadro de professores (as) e professores-substitutos (as) para 2017.

 

A entrega da documentação para participação da seleção vai até o dia 14 de novembro de 2016 e as condições estão estabelecidas no edital (link abaixo).

 

Pedimos a todos que divulguem e indiquem a potenciais interessados. Aos que participarão da seleção, desejamos sorte.

 

Agradecimentos

O 3º Seminário da Vivendo e Aprendendo com o tema Democracia para que te quero: que partidos queremos tomar na educação?organizado pela Associação, proporcionou momentos intensos de debates, trocas e afetos.

Quinta-feira – dia 20 de outubro
No gramado, com vista para o parquinho, conversamos sobre a Vivendo e Aprendendo, seus princípios, criação e recriação e as práticas que envolve o cotidiano de uma escola democrática.

Sexta-feira – dia 21 de outubro
Uma chuva com vento nos levou a ficar mais juntinhos na sala verde e, na companhia de um delicioso caldo, aprofundamos o que é o projeto Escola sem Partido e
a ameaça que ele significa para a diversidade cultural, principalmente no que toca às questões de gênero e diversidade de famílias – que motiva esse projeto, para que não seja abordada nas escolas.

Sábado – dia 22 de outubro
As salas lilás, verde e rosa foram palcos para os nossos educadores ofereceram oficinas que bordando e dialogando sobre projetos, autonomia e gênero, nos inspiraram a sonhar com uma poesia educacional. Em um almoço feito a mãos de chef e no aconchego do galpão, a prosa prosseguia em uma roda. Mulheres contavam sobre seus partos e compartilhavam alegrias e desafios da maternidade. Os trabalhos continuaram à tarde. Algumas educadoras e coordenadoras de outras épocas, contaram mais sobre seus trabalhos acadêmicos. Momento que na práxis educacional pararam para registrar suas reflexões dessa experiência nostálgica.

Para colorir ainda mais o restinho do dia, ouvimos um pouco dos desafios do debate de gênero e a situação da legislação na pauta feminista. Enquanto isso, na sala verde, apresentavam-se projetos de educação inovadora costurando junto à Vivendo redes de conspirações em educação.

O Grupo Nzinga de Capoeira Angola misturando a ginga, a música, o canto e a prosa encerraram nosso dia, deixando a sensação que encontros assim precisam existir mais e sempre!

Abaixo seguem algumas fotos clicadas pelo querido Vinícius Armiliato